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A Morte Como Presente



Curiosas são as formas como as histórias chegam às nossas mãos.


Conheci o Jefferson Freire no Festival Literário de São Gonçalo 2021. Estávamos os dois, e mais alguns queridos, na luta nossa de cada dia. Autores nacionais em suas trincheiras literárias!


O evento foi um espetáculo à parte, fiz amizades incríveis e tive contato com escritores maravilhosos!


A Morte Como Presente, primeiro romance (de muitos que ainda virão) do Jefferson Freire, publicado sob o selo da Editora Itapuca, chegou em uma troca literária entre nós, ele recebeu meu livro de poemas e eu este romance, que não fica atrás de nenhum romance policial mais famosinho.


A história, muito bem construída e amarrada, apresenta a vida do jovem policial Max Palupo, que vê sua trajetória virar do avesso ao ser transferido para uma cidade pequena. Sem entender que era uma peça importante no intrincado jogo de xadrez que se moldava e se fechava a sua volta, ele se vê frente a misteriosos assassinatos na pacata cidade em que foi forçado a viver.


Há certos suspenses na vida que ficam sem resposta mesmo. Não se culpe se não conseguir; a vida é cheia de reviravoltas. (trecho da obra)

Sabemos quando um livro policial ou de suspense é bom quando ele nos prende ao fluxo da leitura.


Temos a consciência que é uma obra diferenciada quando o desfecho nos surpreende e nos pega totalmente desprevenidos!


Sem querer dar mais spoilers ou entregar o desfecho, preciso dizer que eu li e amei o livro!


Ficará junto aos meus livros do maravilhoso Giorgio Falletti! Obras primas bem semelhantes.


Sinopse da Editora:

O jovem investigador Max Palupa é transferido para a pacata cidade de Cidadela. Anos após sua chegada, uma série de crimes obriga Max Palupa a buscar o assassino, sem recursos e experiência.

À medida que os crimes ocorrem, Max se vê num dilema entre o dever de prender o assassino e a incerteza de sua capacidade para tanto, sendo colocado à prova e questionado por cidadãos da cidade.

Os crimes mantêm uma característica peculiar, e o mistério cresce a cada página, em que os enigmas do assassino e a motivação dos crimes parecem impossíveis de ser desvendados.


Sobre o Autor:


Jefferson Freire, advogado, escritor, gonçalense, apaixonado por literatura, futebol e rádio.

Já foi comentarista de programas esportivos e de transmissões de jogos pela Rádio Fluminense e Rádio Livre.

Como escritor foi colunista em sites esportivos como Globo.com e em 2020 lançou seu primeiro livro “A morte como presente”.


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2 commentaires


Julio Soares
Julio Soares
30 mars 2022

Belo texto, confesso que foi meu primeiro romance policial com escritor brasileiro. Adorei cada página.

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Jefferson Freire
Jefferson Freire
29 mars 2022

Que honra uma resenha sua sobre meu livro. Obrigado pela leitura e pelas palavras

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